Sarau na Cidade de Deus 15/03

sábado, 10 de março de 2012

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Revirado.

domingo, 31 de julho de 2011

Amor talvez não seja um mergulho na paranóia completa ou uma tentativa enlouquecida, de mudar a alma do outro, para que sua vida fique imperturbável, há tantos modos e maneiras de amar, que vão além dessa tragédia semimorta, que se arrasta há tanto tempo.

Tanto sangue derramado, junto com lágrimas silenciadas...
Para que tantas palavras, se um gesto afável pode, deixar tudo menos turvo; seus gestos além de teatrais, parecem uns trovões.

Por que estremece tanto? Diante do que difere do seu acinzentado universo, nesse mesmo espaço, há muitas coisas, que há sua vista são repugnantes, mas, será que nesse fuzuê de pesadelos, não há um cadinho de espaço, para recriar, respirar?!

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Recado.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ah, quanto tempo...nenhum texto novo, nessa casa...mais quem, sabe esse ano torne-se concreta a ideia de escrever em parceria?! (Isso, é um convite, caso alguém se habilite).
Ano passado, a produção foi pequena e tanta gente, tantos outros blogs e esquinas virtuais, que serviu, para (re)aprender e inúmeros encontros.

2011 está com gosto de mudanças profundas, de rever profundamente sentimentos, ideais e de refazer.

Agora, vira e mexe possarei textos nessa casa coletiva e indico o Gambiarra Profana, que vai muito além da poesia que anda engavetada.

Oh, vale muito a pena, ir visitar e ler o cara, que deu vida ao MUSIKFABRIK, lá aonde som, tem vida!

AXÉ E SAÚDE a tod@s, que passam por aqui!

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Estória...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As línguas com gosto de azedo...fazem com que:

caiam os segredos na barra da calça rasgada de tanto uso:
O dia em que não permiti, que você me visse chorar, desatei os nós e as guerras pré- fabricadas sobre a pele negra, que sairam pelos poros e por segundos o ar ficou pesado.

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Escrita

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Esse texto, é uma parceria com Eduardo :

A escrita como resumo de um dia. Talvez – “Entrar surdamente no reino das palavras...” Seja, um dos descaminhos. Escrever é enfiar o pé na lama, em um dia chuvoso.

Escandalizar-se por sentir a vida e não privar-se dos sentidos, sejam eles sublimes ou não.

O silêncio derrota alguns homens e alivia o descontentamento dos, que resistem.

Iniciar um texto é somente o prolongar de seu título. E eu me pego pensando o por quê deste medo inconsciente de deixar registrado o que se pensa.

Um texto deveria ser lido por qual intuito? Não sei. Mas sei que deve ser escrito.

Nessas linhas existem o grito de milhares de vozes em silêncio, nessas frases o torpor de mãos virgens. Creio que a escrita foi feita para dizer a si, aos demais, todas as palavras que foram escritas em devaneios e esquecidas ao despertar.

Escrever um bom texto é a certeza que milhares de outros estão guardados para serem ditos.

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