Do dia, em que foram queimados os manuais...ou a auto-ajuda.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dar continuidade às andanças, para sentir às escamas sairem,
uma a uma e aí sim,
não mais intensificar o desejo (intenso) de desertificar a alma alheia,
que vagueia os cantos, mais sombrios.
Vagabundear, a esmo para depurar e aí, voltar a semear e colher cada flor, que estiver escondida em seu sublime corpo...

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Canção

quinta-feira, 3 de maio de 2012

De tanto compartilhar palavras e ações, 
nós tornamos companheir@s! 
Para amores e também para desafios, 
desventuras surgiram e demos nós em pingo d'água para enfrentar os que insistem,
em nós homogenizar e arrancar nossa história e vendê-la a preço de banana. 
Reescreveremos, nossas histórias, mesmo diante do museu das grandes mentiras, 
que estão incrustradas em nosso cotidiano.

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Inspiração.

quarta-feira, 14 de março de 2012

O desejo profundo, que a inspiração vista, seus dedos e o coração. Às vezes ela se aproxima de maneira escancarada, outras lenta e se esgueira, nos momentos em que estamos envoltas por nuvens cinzentas, mas ela se mantém firme e se afirma, de maneira quase profética e também profana, à nos levar, para longe de nossas zonas de conforto.

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Sarau na Cidade de Deus 15/03

sábado, 10 de março de 2012

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Revirado.

domingo, 31 de julho de 2011

Amor talvez não seja um mergulho na paranóia completa ou uma tentativa enlouquecida, de mudar a alma do outro, para que sua vida fique imperturbável, há tantos modos e maneiras de amar, que vão além dessa tragédia semimorta, que se arrasta há tanto tempo.

Tanto sangue derramado, junto com lágrimas silenciadas...
Para que tantas palavras, se um gesto afável pode, deixar tudo menos turvo; seus gestos além de teatrais, parecem uns trovões.

Por que estremece tanto? Diante do que difere do seu acinzentado universo, nesse mesmo espaço, há muitas coisas, que há sua vista são repugnantes, mas, será que nesse fuzuê de pesadelos, não há um cadinho de espaço, para recriar, respirar?!

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