Estória...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As línguas com gosto de azedo...fazem com que:

caiam os segredos na barra da calça rasgada de tanto uso:
O dia em que não permiti, que você me visse chorar, desatei os nós e as guerras pré- fabricadas sobre a pele negra, que sairam pelos poros e por segundos o ar ficou pesado.

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Escrita

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Esse texto, é uma parceria com Eduardo :

A escrita como resumo de um dia. Talvez – “Entrar surdamente no reino das palavras...” Seja, um dos descaminhos. Escrever é enfiar o pé na lama, em um dia chuvoso.

Escandalizar-se por sentir a vida e não privar-se dos sentidos, sejam eles sublimes ou não.

O silêncio derrota alguns homens e alivia o descontentamento dos, que resistem.

Iniciar um texto é somente o prolongar de seu título. E eu me pego pensando o por quê deste medo inconsciente de deixar registrado o que se pensa.

Um texto deveria ser lido por qual intuito? Não sei. Mas sei que deve ser escrito.

Nessas linhas existem o grito de milhares de vozes em silêncio, nessas frases o torpor de mãos virgens. Creio que a escrita foi feita para dizer a si, aos demais, todas as palavras que foram escritas em devaneios e esquecidas ao despertar.

Escrever um bom texto é a certeza que milhares de outros estão guardados para serem ditos.

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Efeito.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Tem:

Preto, azul, rosa, você e falta... EU?! Descansar a língua, nos dias de despertar agitado.
A temática é manter-me consciente, mesmo quando a vontade é pouca, quando a coragem é figura semimorta, embaixo do céu da língua. Nada profanado, mais ainda mantenho (a sanidade), mesmo quando o caminho, contém arame farpado e às havainas perderam-se no mar bravio.

A poesia, como afeto, para expor o que, explode quando as palavras ficam aprisionadas na garganta. Nervos estáticos, olhos fixos e punhos cerrados:
Cravam espinhos em nós, cerceiam com gracejo a rota, em busca de autonomia e tentam nos transformar, nossos cantares em murmúrios.

Tem dias, que humor está no automático, há pouco siso e muitos por quês acinzentados? Para eles o passo apressado, para o nós a reflexão, que gera ações; mesmo em doses homeopáticas.

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Semente.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Colo para poder desabafar;
Liberdade plena, para continuar a sorrir;
Respiração ritmada e profunda, no momento em que saboreia cada centímetro da minha pele.
Urge o tempo, para mudanças intensas e perdas inomináveis;
Abrupto dia, em que deixarás de ser semente, para transforma-se em um belo arvoredo.

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Almágama colorido

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Esses afetos, amigos coloridos.
Que reaparecem, de repente e deixam um sorriso carregado de indiscrições.

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