Feira Agroecológica em Jacarepaguá!

sábado, 17 de agosto de 2013


Pessoas finalmente, a primeira feira de agroecológicos (orgânicos) em Jacarepaguá. Podem conferir, o atendimento é ótimo, fora que qualquer dúvida, o pessoal está pronto para ajudar numa boa:

link:https://www.facebook.com/feiraagroecologicafreguesia?fref=ts


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Espelhos

quarta-feira, 12 de junho de 2013





Desembaraçar às teias feitas pela preguiça;

Re-ver - se no espelho e abraçar a alma;

O choro embriaga e sol turva-se pela tua ira;

Enquanto vago (ágil) por ar, sua imagem margeia a memória;

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Poemúsica

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Segue aí, um clip de um cara lá de Sampa, Fino Du Rap...Poesia no ar!!!


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Abertura do Festival de Cinema Globale RJ - 20/08!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012


Todos convidados, para a abertura do Festival de Cinema Globale Rio no dia 20/08:

O endereço do Cine Joia é: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 680 - Subsolo, loja H







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Amor...

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ahh, esse bicho danado que é o amor no sentido mais profundo que ele possa significar, 
que vai além dos limites - 
que nós direciona para a liberdade, que não visa inspecionar a vida alheia e muito menos a escancarar na mesa de bares;

esse mesmo amor, que gera som, ação e que aprofunda o conhecer, para além de inúmeras molduras que tentam enquandrar o nosso sentir!

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Do dia, em que foram queimados os manuais...ou a auto-ajuda.

Dar continuidade às andanças, para sentir às escamas sairem,
uma a uma e aí sim,
não mais intensificar o desejo (intenso) de desertificar a alma alheia,
que vagueia os cantos, mais sombrios.
Vagabundear, a esmo para depurar e aí, voltar a semear e colher cada flor, que estiver escondida em seu sublime corpo...

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Canção

quinta-feira, 3 de maio de 2012

De tanto compartilhar palavras e ações, 
nós tornamos companheir@s! 
Para amores e também para desafios, 
desventuras surgiram e demos nós em pingo d'água para enfrentar os que insistem,
em nós homogenizar e arrancar nossa história e vendê-la a preço de banana. 
Reescreveremos, nossas histórias, mesmo diante do museu das grandes mentiras, 
que estão incrustradas em nosso cotidiano.

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Inspiração.

quarta-feira, 14 de março de 2012

O desejo profundo, que a inspiração vista, seus dedos e o coração. Às vezes ela se aproxima de maneira escancarada, outras lenta e se esgueira, nos momentos em que estamos envoltas por nuvens cinzentas, mas ela se mantém firme e se afirma, de maneira quase profética e também profana, à nos levar, para longe de nossas zonas de conforto.

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Sarau na Cidade de Deus 15/03

sábado, 10 de março de 2012

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Revirado.

domingo, 31 de julho de 2011

Amor talvez não seja um mergulho na paranóia completa ou uma tentativa enlouquecida, de mudar a alma do outro, para que sua vida fique imperturbável, há tantos modos e maneiras de amar, que vão além dessa tragédia semimorta, que se arrasta há tanto tempo.

Tanto sangue derramado, junto com lágrimas silenciadas...
Para que tantas palavras, se um gesto afável pode, deixar tudo menos turvo; seus gestos além de teatrais, parecem uns trovões.

Por que estremece tanto? Diante do que difere do seu acinzentado universo, nesse mesmo espaço, há muitas coisas, que há sua vista são repugnantes, mas, será que nesse fuzuê de pesadelos, não há um cadinho de espaço, para recriar, respirar?!

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Recado.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ah, quanto tempo...nenhum texto novo, nessa casa...mais quem, sabe esse ano torne-se concreta a ideia de escrever em parceria?! (Isso, é um convite, caso alguém se habilite).
Ano passado, a produção foi pequena e tanta gente, tantos outros blogs e esquinas virtuais, que serviu, para (re)aprender e inúmeros encontros.

2011 está com gosto de mudanças profundas, de rever profundamente sentimentos, ideais e de refazer.

Agora, vira e mexe possarei textos nessa casa coletiva e indico o Gambiarra Profana, que vai muito além da poesia que anda engavetada.

Oh, vale muito a pena, ir visitar e ler o cara, que deu vida ao MUSIKFABRIK, lá aonde som, tem vida!

AXÉ E SAÚDE a tod@s, que passam por aqui!

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Estória...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As línguas com gosto de azedo...fazem com que:

caiam os segredos na barra da calça rasgada de tanto uso:
O dia em que não permiti, que você me visse chorar, desatei os nós e as guerras pré- fabricadas sobre a pele negra, que sairam pelos poros e por segundos o ar ficou pesado.

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Escrita

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Esse texto, é uma parceria com Eduardo :

A escrita como resumo de um dia. Talvez – “Entrar surdamente no reino das palavras...” Seja, um dos descaminhos. Escrever é enfiar o pé na lama, em um dia chuvoso.

Escandalizar-se por sentir a vida e não privar-se dos sentidos, sejam eles sublimes ou não.

O silêncio derrota alguns homens e alivia o descontentamento dos, que resistem.

Iniciar um texto é somente o prolongar de seu título. E eu me pego pensando o por quê deste medo inconsciente de deixar registrado o que se pensa.

Um texto deveria ser lido por qual intuito? Não sei. Mas sei que deve ser escrito.

Nessas linhas existem o grito de milhares de vozes em silêncio, nessas frases o torpor de mãos virgens. Creio que a escrita foi feita para dizer a si, aos demais, todas as palavras que foram escritas em devaneios e esquecidas ao despertar.

Escrever um bom texto é a certeza que milhares de outros estão guardados para serem ditos.

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Efeito.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Tem:

Preto, azul, rosa, você e falta... EU?! Descansar a língua, nos dias de despertar agitado.
A temática é manter-me consciente, mesmo quando a vontade é pouca, quando a coragem é figura semimorta, embaixo do céu da língua. Nada profanado, mais ainda mantenho (a sanidade), mesmo quando o caminho, contém arame farpado e às havainas perderam-se no mar bravio.

A poesia, como afeto, para expor o que, explode quando as palavras ficam aprisionadas na garganta. Nervos estáticos, olhos fixos e punhos cerrados:
Cravam espinhos em nós, cerceiam com gracejo a rota, em busca de autonomia e tentam nos transformar, nossos cantares em murmúrios.

Tem dias, que humor está no automático, há pouco siso e muitos por quês acinzentados? Para eles o passo apressado, para o nós a reflexão, que gera ações; mesmo em doses homeopáticas.

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Semente.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Colo para poder desabafar;
Liberdade plena, para continuar a sorrir;
Respiração ritmada e profunda, no momento em que saboreia cada centímetro da minha pele.
Urge o tempo, para mudanças intensas e perdas inomináveis;
Abrupto dia, em que deixarás de ser semente, para transforma-se em um belo arvoredo.

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Almágama colorido

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Esses afetos, amigos coloridos.
Que reaparecem, de repente e deixam um sorriso carregado de indiscrições.

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...

terça-feira, 28 de julho de 2009

O Rio assemelha-se a Ruanda:

Enquanto a lua serve, de abajour - para os guris que adormecem (com os olhos abertos) na ruas.
Mães choram copiosamente e os fuzis peneiram aos montes; meninos e meninas de cola.

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Para um Pai:

sábado, 30 de maio de 2009

Tudo de repente para: vírgula e quem sabe adiante um ponto final....
Num domingo de abril, imaginei que fosse dia dos pais, pois tive medo de ser piegas e render-me a mais um feriado comercial. Mais, tudo isso foi medo e angústia de ver vida do meu pai terminar no mundo material e seus olhos fecharem e nunca mais, poder lhe dar um abraço ou uma palavra afetuosa.
Um nó na garganta e me debulhei em lágrimas em uma rua vazia, por todo o hiato, que não poderá ser preenchido, somente a saudade do tempo, em que sua sanidade não estava embebida em destilados e em Delirium Tremens.
Silêncio e devotei aos céus, uma extensa e cadenciada canção. Sobre as lembranças de uma infância, ao lado de alguém que ao chegar das obras, não se importava de abrir os braços e nos abraçar, mesmo com as roupas cheias de cimento e suor, com os bolsos abarrotados de doces e ainda sim, cansado procurava saber como estava indo nossas tarefas escolares e ia depois disso, jantar conosco, mesmo que fosse um simples feijão com arroz, sem mistura.

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Carta

sábado, 23 de maio de 2009

Para início de conversa, vou parafrasear um trecho da composição Inverno de Antônio Cícero e Adriana Calcanhoto.
“Faça longas cartas pra ninguém...”
Mais você me provocou a tal ponto, que deixou minhas palavras, tornaram-se visgos no canto de minha boca. Emudeci de raiva, os nobres sentimentos, viraram uma longa e afiada espada de Samurai, não senti vontade de cortar você, pois, ainda em mim, reside certo número de fragilidades, que por vezes faz desaparecer o espaço onde reside, minha beleza – a espontaneidade.
Sempre me dei melhor com palavras, do que até com outras pessoas, com os vocábulos posso moldá-los sejam, para serem tempestades ou dias ensolarados. Com a escrita, dou lugar ao que é essencial. Quando falo, por vezes me enveredo, por estradas sinuosas e derrapo, fico desnudada e indefesa, até diante de um caloroso abraço ou quando cerra de sua barba, em minha nuca.
Ser gentil e dar deveras atenção ao que dizes talvez sejam o melhor antídoto, para que ainda nossa amizade, mantenha – se luminosa e viva, mesmo com os cortes secos, que a claquete do destino dá, em nossas vidas.
Que esses escritos, não substituam as flores, e os beijos que deixe de dar-te, por pura vergonha dos monstros imaginários (medo da dependência, seja ela qual for), que me serpenteiam na madrugada.

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Saúde e Sexualidade!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Oi pessoas,

hoje ao invés de publicar um escrito, será publicado um vídeo muito interessante que encontrei no blog do Marcelo Tas. É sobre a Vagina, de como ainda temos tanto desconhecimento sobre ela.

Eis o link do vídeo

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