Céu.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Não gosto de escrever só. Antes a reticência que a solitude.

Abóboda celeste, entre as mãos, a preguiça, os livros e corpos envoltos pelo orgasmo.
Nem beijos ou atrativos. Somente afeto, tesão e redescoberta do desejar.
Afagar você em uma tarde chuvosa, partilhar o gozo recôndito. E aclarar o quarto com a junção dos nossos pés.

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Por um 2009 de lutas!

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Algumas coisas de 2008

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Por mais, que eu não seja tão fã dos festejos de fim de ano, quase sempre nesse período, nos levam a refletir sobre as coisas que ocorreram nas nossas vidas. Então listo algumas coisas, que me fizeram rir, chorar, refletir e reencontrar-me e que foram úteis.

Flores, beijos e abraços.



Livros:


Cartas Apaixonadas de Frida Khalo. Zhamora, Matha.

Sobre Uma Escola Para um Novo Homem. Gaiarsa, João Ângelo.

Borges e os orangotangos eternos. Veríssimo, Luis, Fernando.


Blogs:

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Febre Verborrágica
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Cinema Laranja
Ap. da Osvaldo



Filmes:


Rede de Mentiras – Ridley Scott
Kug Fu Panda – Mark Osborne e John Stevenson
Kika – Predo Almodóvar
Cafundó – Paulo Betti
Cão Sem Dono – Beto Brant
A Culpa é do Fidel – Julie Gravas
Estado de Sítio – Costa Gravas
O Vagabundo da Cidade - Rainer Fassbinder
Santiago - João Moreira Salles
Saneamento Básico - Jorge Furtado

Vídeos no Youtube:


Portishead - The Rip
Messer Chups
Wilhem Reich
Sofia Pop
Marcelo Adnet
A História das Coisas

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Desejo.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Pés no lago, vontade de sair só. De sambar, até o sol raiar e meus sapatos perderem-se de mim. A espera de um beijo quente e carregado de verve: é isso que desejo, nos dias em que minha sanidade limita-se ao habitual.
Um sopro, cantos de pássaros, janela entreaberta e nós dois a caminhar.
Em um dia com muitos embaraços e descompassos grudados em nossos passos, refeitos da tempestade, luzimos e nos revestimos de amor.
Fizemos pactos e, sem culpas e nem alvoroços, persistimos na vivência, na luta e em reaprender.
E enfim nossas mãos se entrelaçam.

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O dia da aproximação da mudança.

domingo, 2 de novembro de 2008

Escrita no dia 14/06/08



O dia em que a liberdade, deixou de ser um sonho utópico e distante, chovia há dois dias e eu sentada em frente à janela, só pensava no momento em que sol retornaria e a rotina cretina voltasse a reinar.
Pois, não é que de repente ela reapareceu vestida de azul e com um batom vermelho, em seus lábios trêmulos, bateu na vidraça e aguardou que eu abrisse a porta. Demorei, refleti e levei exatamente quinze minutos para, levantar e permitir que ela adentrasse o lar. Ela logo tratou de sentar, na única poltrona que tinha na sala e começou a questionar em alto e bom som, quando eu começaria a soltar–me das correntes imaginárias, que já há dois séculos, atrapalhavam o amadurecer dos frutos, que o subconsciente cultivava com todas as pompas.
No início, me mantive concentrada nessa figura inesperada e depois, que ela fez essa pergunta fiquei amedrontada, pois, jamais alguém, tinha ido tão fundo a ponto, de eu ficar uma hora e meia para responder a uma questão, que para outro indivíduo que vive de forma rasa... A resposta viria sem o sujeito pestanejar.
Mas o sentimento, eram que de que todos os Mares, tinham se instalando em cada centímetro do corpo e rasgava os mais indesejáveis segredos.
Senti o chão rachar, um calor insuportável e senti uma lágrima brotar e não dirigi uma palavra sequer a ela, somente vez ou outra a olhava e via toda a minha vida refletida em seus olhos grandes e castanhos.

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